segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Links Pedagogia




Links Pedagogia VIII

Teoria das Múltiplas Inteligências aliada à Multimídia na
Educação: Novos Rumos Para o Conhecimento


Conselho de Educação aprova fim de disciplinas no ensino médio

Integração tecnológica, linguagem e representação

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Inteligência coletiva




INTELIGÊNCIA COLETIVA

Fábia Carini da Silva Barros
Iolanda de Souza Cândido


“Coletivo não é necessariamente sinônimo de maciço e uniforme"
Pierre Lévy



RESUMO: Partindo da idéia de que o computador mudou nossa maneira de ler e escrever, enfim construir conhecimento este artigo traz algumas reflexões sobre a Inteligência Coletiva (IC) abordado por Pierre Levy, como um novo espaço para a comunicação e a disseminação do conhecimento. Apresenta, ainda, o conceito e evolução da IC, a teoria da Economia da Informação, traçada a partir da semiologia de Pierce, além de apresentar exemplos reais da IC.

PALAVRAS-CHAVES: conhecimento, tecnologias, disseminação,democracia, Pierre Levy.


Diante do grande avanço tecnológico e o surgimento de um novo espaço de comunicação e conhecimento - o ciberespaço; é que surge um novo conceito, um novo tema a ser estudado: Inteligência Coletiva. Mas o que vêm a ser esse conceito ? Buscando os estudos de Pierre Lévy que trata de vários temas correlacionados com a tecnologia e a forma de construir conhecimentos, é que vamos encontrar uma explicação para o tema.
Segundo Lévy “é uma inteligência distribuída por toda parte, incessantemente valorizada, coordenada em tempo real, que resulta uma mobilização efetiva das competências. A inteligência coletiva é uma forma de o homem pensar e compartir seus conhecimentos com outras pessoas, utilizando recursos mecânicos como, por exemplo, a internet”. Tendo por objetivo o reconhecimento e o enriquecimento mútuos das pessoas. Porque neste espaço virtual, aqueles que o utilizam é que criam os conteúdos através da interatividade. Isto só pode acontecer porque há uma possibilidade maior de interação e inclusão de vários indivíduos e porque não dizer - da sociedade em si. Pois, quando variados sujeitos, com pensamentos diferentes (competição) se conectam auxiliados pela a facilidade de comunicação e trocam conhecimentos (cooperação), poderá chegar à construção de um pensamento coletivo e idéias coletivas. Essas poderão transformar a sociedade em todos os seus aspectos. Porque com a expansão do ciberespaço, as distâncias cada vez mais serão diminuídas entre as pessoas, independente de sua classe social e intelectual.
Cada indivíduo, de acordo com Lévy, possui um armazenamento de conhecimento adquirido ao longo de sua história de vida. Ou seja, nenhum sujeito é desprovido de conhecimento, vazio. Cada pessoa possui algum conhecimento diferente do que uma outra já possui. E nenhum indivíduo possui todo o saber, ou é completo de conhecimento. É, portanto, desses diferentes conhecimentos que é construída a Inteligência Coletiva. E o ciberespaço é que pode proporcionar essa conexão de conhecimentos. Porque para Pierre Lévy “deve ocorrer uma coordenação em tempo real, para que os indivíduos conectados na rede coletiva do espaço do saber, acompanhem a acelerada transformação tecnológica e seus conhecimentos implícitos”. A disseminação de conteúdos enciclopédicos sobre plataformas Wiki, é um exemplo da manifestação desse tipo de inteligência, na medida em que permite a edição coletiva de verbetes e sua hipervinculação (links hipertextuais). Os softwares livres, blogs, TV digital, educação à distância, internet também são suportes para essa interconexão em massa, democratizando o processo da partilha de funções cognitivas, como a memória, a percepção e o aprendizado, podendo ser melhor compartilhadas quando aumentadas e transformadas por sistemas técnicos e externos ao organismo humano.
Levy vai mais além, esboça um ciclo de vida das ideias/conhecimento, ou seja, um ecossistema das ideias baseado na semiologia de Pierce (signo/coisa representada/cognição produzida na mente), que explica como é alimentado o capital intelectual ou inteligencia coletiva, através de três capitais: o técnico (ambiente fisico e midias que favorecem a trasmissão de inteligencia), o cultural (o conteúdo gravado na memória - abstrato, através dos suportes concretos) e o social (corresponde ao vínculo entre as pessoas e grau de cooperação/ competição entre elas durante o processo). Exemplificando melhor temos a INTERNET, ela é um capital técnico (instrumento, mecanismo externo), que oferece condições de aprimoramento do capital cultural (apresenta informação/conhecimento publicado “online”, contendo “links”, hipertextos entre si) e também do capital social (permite estabelecer relações uns com os outros, trocar e-mails, participar de fóruns de discussão que, eventualmente, terminam em encontros reais).
Enfim, a atividade intelectual construída de forma coletiva é uma ação muito antiga, a disseminação do conhecimento acompanhou a difusão das idéias através dos discursos, as pinturas rupestres contribuíram para a construção da História do povo que as pintavam, sendo hoje estudada por muitos historiadores e entendida por muitos leigos. A partir da escrita e da imprensa, exteriorizou-se pensamentos/conhecimentos que foi repassado para outras gerações, ao ler Platão ou escritos de cientistas de outro tempo, por exemplo, por mais distante que isso tenha sido escrito, mais evolui o conhecimento e quanto mais os meios de comunicação se aperfeiçoam, mais ganha a inteligência coletiva. Já o conceito e a forma como se dá atualmente é que é inovador, inédito, devido à utilização de novas tecnologias. Ou seja, A inteligência coletiva desenvolveu–se à medida que a linguagem evoluiu. Viver em sociedade e produzir conhecimento para a posteridade são especificidades inerentes ao ser humano, com o advento da internet e de outros aplicativos dessa era, foi possível atrelar interesses humanos num único momento, construir em grupo o conhecimento que poderá ser disseminado na própria geração e para gerações futuras. É uma forma de pensar e agir com mais velocidade e atingir um numero maior de pessoas, é a interconexão entre as pessoas.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Socializando o evento




Aconteceu na Faculdade de Formação de Professores de Petrolina – FFPP, a Socialização das Experiências com Mídias Digitais nos dias 09 e 10/06/09. O evento é resultado do projeto prático da disciplina Tecnologia e Comunicação no Ensino de Língua.

As apresentações ficaram por conta do VII período de Letras Inglês que através de oficinas, palestras, exibições de vídeos e debates demonstraram o processo de criação de mídias e a possibilidade do uso pedagógico das mesmas na sala de aula.

Sabemos que a evolução tecnológica é como uma bola de neve, isto é, cresce a cada dia, e a ausência desse conhecimento distancia-nos gradativamente do mundo real. Diante dessa situação, vivemos uma grande preocupação: a necessidade de preparo técnico, devido à presença marcante das tecnologias em nossas vidas, seja nas ruas, nas residências e principalmente nas escolas.

Os profissionais da educação não podem ficar alheios a essa era digital que está inovando o ambiente social e escolar de nossas crianças e jovens, pois são mediadores importantes para orientá-los quanto ao que fazer com esse turbilhão de informações, bem como, selecionar o que verdadeiramente lhe serão úteis.

O uso da tecnologia na educação também trás grandes benefícios aos professores, pois, os mesmos podem aprimorar suas aulas tornando-as mais atrativas para seus alunos, visto que os mesmos já estão bem integrados a esse mundo digital e nesse sentido, ambos poderão interagir durante as aulas, o que facilitará o trabalho do professor, bem como o aprendizado do aluno. Foi com o objetivo de levantar essas reflexões que os alunos do VII período de Letras Inglês desenvolveram o projeto de mídias digitais.

O evento contou com a presença de 82 pessoas distribuídas em oficinas de construção de Blog, CD-ROM, Palestras, exibição de vídeo clipe e documentário. Dentre os presentes, tivemos convidados especiais como: Antonise Coelho, Edna Alencar, Fátima Rolim, Gleide Macedo, Iva Aldina, Nelson Palitot e Genison Albuquerque.

A oficina de construção de Blog foi ministrada por Ariela, Ariadne, Rafael e Marissandra, no laboratório de Biologia; a oficina de construção de CD-ROM aconteceu no laboratório de informática de Pedagogia, ministrado por Aureany e Bruna; a exibição dos vídeos e o debate foram conduzidos pelos alunos José Francisco, Fábio Luís, João Barbosa, Lilian Raquel, Joktânia Corrêa, Taylla Cabral e Michelle Laudilio na sala de Inglês Laudélia Rivas; e a palestra na sala de espelhos de Pedagogia, conduzida por Iva Altina e Genisson Albuquerque.

No dia 10/06/09 o evento foi finalizado com o show da banda B5 – BEOWULF BIG BAND BIG BIG, na quadra de esportes da FFPP. A festa contou com a presença de alunos dos cursos de Geografia, Biologia, História, Letras Português e Letras Inglês. Contagiados pelo som da Banda B5, estudantes, professores e organizadores do evento cantaram e dançaram até às 23:00 horas.


Lucianna Kelly Andrade

quarta-feira, 17 de junho de 2009

SITES DE BUSCAS COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGEM


SITES DE BUSCAS COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGEM


A grande rede computacional está repleta de teias informativas que vão eclodindo um novo sistema a cada “click” de um botão transfigurando uma nova visão lexical, dimensional, e multifacetária para a interação dos internautas.

No contexto educacional os meios da informatização possibilitam uma acessibilidade pedagógica, entretendo uma maior relação entre aluno e o meio global em que este vive. Um dos maiores percalços introdutórios dessa interatividade são os sites de busca. A exemplos desses destacam-se: abusca; cade Yahoo; achei; MSN; altavista; aonde; buscabr; guiaweb; UOL... O mais visitado e conhecido pelos acessantes é o Google, este provém de uma empresa dos Estados Unidos a NASDAQ: GOOG, sendo um projeto de doutorado dos estudantes Larry Page e Sergey Brin da Universidade de Stanford. Este site surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações, fornecendo dezenas de outros serviços online, em sua maioria gratuitos.

• Sites de busca como facilitadores de aprendizagem.

Os mecanismos vivenciados pelos canais de busca convencionais matererializam as estruturas lógico-semânticas, aritméticas, sociais e biológicas, encadeando o hipertexto a cada “link” referenciado. O google e a maioria dos sites de buscas em sua diversidade trazem serviços de e-mail, edição e compartilhamento de documentos e planilhas, rede social, comunicação instantânea, tradução, compartilhamento de fotos e vídeos, entre outros; assim como ferramentas de pesquisa especializada, incluindo nóticias sobre o mundo, numa viagem interativa aprimoradora de conhecimentos, podendo ser alíbi para aulas sócio-interativas entre o professor e o aluno.

Com o objetivo de dar maior fundamento a educação em relação ao avanço tecnólogico e estritamente didático, o novo sistema de Stephan Wolfram foi criado para dar uma nova roupagem no advento facetário dos mecanismos da busca interativa. Esse sistema faz uma enorme divergência aos site convercionais, pois estes buscam a informação através de listas de endereços eletrônicos, em grande parcelas estas listas não traduzem a real necessidade do navegador. Em contraponto, a criação de Wolfram Alpha permite uma veridica atuação a aprendizagem, idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.

“A nova ferramenta se define como ‘motor de conhecimento computacional’ porque busca por informações e dados e não por sites [...]O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes. A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.”
(Stephan Wolfram)


Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.
Sob essa óptica, espera-se novos adeptos para melhor condição de aprendizagem e um artefato primordial para o uso em sala de aula.

Sheila e Alex - Concluintes do Curso de Letras Português
Universidade do Estado de Pernambuco - Petrolina
Disciplina: Informática Educativa
acessem: http://quandonasceapoesia.blogspot.com/2009/06/sites-de-buscas-como-ferramentas-de.html