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quinta-feira, 29 de abril de 2010

Incrível!!! Conheça esse fenomenal site de E-books.


Sites de E-book (clique na imagem)

terça-feira, 6 de abril de 2010

Atividade Pedagogia II - Equipes: 02 e 03

Tema debatido na série Pedagogia de projetos e integração de mídias, apresentado no programa Salto para o Futuro/TV Escola, de 15 a 19 de setembro de 2003.


Relacionar as idéias da autora com um plano de aula do site Nova Escola com o tema Tecnologia ou informática

Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida


Prática pedagógica e formação de professores com projetos: articulação entre conhecimentos, tecnologias e mídias

Para compreender as contribuições ao ensino e à aprendizagem propiciadas pela prática pedagógica com projetos, com o uso de tecnologias, é importante considerar três aspectos fundamentais.

Um deles se refere à explicitação daquilo que se deseja atingir com o projeto e às ações que se pretende realizar – o registro de intenções, processos em realização e produções. Outro aspecto diz respeito à integração das tecnologias e mídias, explorando suas características constitutivas, de modo a incorporá-las ao desenvolvimento de ações para agregar efetivos avanços. O terceiro aspecto trata dos conceitos relacionados com distintas áreas de conhecimento, que são mobilizados no projeto para produzir novos conhecimentos relacionados com a problemática em estudo. Este texto pretende explorar esses três aspectos, explicitando a importância da formação do professor para que ele tenha condições de desenvolver práticas pedagógicas com projetos que favoreçam a recontextualização do conhecimento na escola e na vida do aluno, a produção colaborativa de representações que engajam os alunos como aprendizes, construtores de significados. Para enfatizar essas idéias são comentados alguns exemplos de práticas de sala de aula em que tecnologias foram articuladas a projetos para propiciar aos alunos a aprendizagem significativa, por meio do desenvolvimento de produções com o uso de diferentes mídias.

Mas, afinal, o que é projeto?









Texto originalmente publicado em Salto para o Futuro

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Filme: Ponto de Mutação

PENSAMENTO MECANICISTA



pensamento mecanicista - parte 2



o modelo do cosmos - parte1



Discussion of Descartes



Metáfora do Relógio

quarta-feira, 17 de junho de 2009

SITES DE BUSCAS COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGEM


SITES DE BUSCAS COMO FERRAMENTAS DE APRENDIZAGEM


A grande rede computacional está repleta de teias informativas que vão eclodindo um novo sistema a cada “click” de um botão transfigurando uma nova visão lexical, dimensional, e multifacetária para a interação dos internautas.

No contexto educacional os meios da informatização possibilitam uma acessibilidade pedagógica, entretendo uma maior relação entre aluno e o meio global em que este vive. Um dos maiores percalços introdutórios dessa interatividade são os sites de busca. A exemplos desses destacam-se: abusca; cade Yahoo; achei; MSN; altavista; aonde; buscabr; guiaweb; UOL... O mais visitado e conhecido pelos acessantes é o Google, este provém de uma empresa dos Estados Unidos a NASDAQ: GOOG, sendo um projeto de doutorado dos estudantes Larry Page e Sergey Brin da Universidade de Stanford. Este site surgiu devido à frustração dos seus criadores com os sites de busca da época e teve por objetivo construir um site mais avançado, rápido e com maior qualidade de ligações, fornecendo dezenas de outros serviços online, em sua maioria gratuitos.

• Sites de busca como facilitadores de aprendizagem.

Os mecanismos vivenciados pelos canais de busca convencionais matererializam as estruturas lógico-semânticas, aritméticas, sociais e biológicas, encadeando o hipertexto a cada “link” referenciado. O google e a maioria dos sites de buscas em sua diversidade trazem serviços de e-mail, edição e compartilhamento de documentos e planilhas, rede social, comunicação instantânea, tradução, compartilhamento de fotos e vídeos, entre outros; assim como ferramentas de pesquisa especializada, incluindo nóticias sobre o mundo, numa viagem interativa aprimoradora de conhecimentos, podendo ser alíbi para aulas sócio-interativas entre o professor e o aluno.

Com o objetivo de dar maior fundamento a educação em relação ao avanço tecnólogico e estritamente didático, o novo sistema de Stephan Wolfram foi criado para dar uma nova roupagem no advento facetário dos mecanismos da busca interativa. Esse sistema faz uma enorme divergência aos site convercionais, pois estes buscam a informação através de listas de endereços eletrônicos, em grande parcelas estas listas não traduzem a real necessidade do navegador. Em contraponto, a criação de Wolfram Alpha permite uma veridica atuação a aprendizagem, idealizado para dar respostas diretas às perguntas dos internautas em vez de encaminhá-los a uma lista de sites que contenham a informação.

“A nova ferramenta se define como ‘motor de conhecimento computacional’ porque busca por informações e dados e não por sites [...]O Wolphram Alpha obtém as repostas a partir de consultas a diferentes bases de dados e fontes de informação relevantes. A ferramenta de busca ainda soluciona equações matemáticas complicadas e organiza estatísticas.”
(Stephan Wolfram)


Durante uma demonstração no Centro Berkman de Internet e Sociedade da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, Wolfram disse que o grande objetivo do site é "tornar conhecimento especializado acessível para todos a qualquer lugar e a qualquer hora".
O britânico minimizou rumores de que o sistema poderia "aniquilar" o Google e definiu sua criação como uma forma para que as pessoas possam aproveitar o máximo das informações que obtêm pela rede.
Sob essa óptica, espera-se novos adeptos para melhor condição de aprendizagem e um artefato primordial para o uso em sala de aula.

Sheila e Alex - Concluintes do Curso de Letras Português
Universidade do Estado de Pernambuco - Petrolina
Disciplina: Informática Educativa
acessem: http://quandonasceapoesia.blogspot.com/2009/06/sites-de-buscas-como-ferramentas-de.html

sexta-feira, 5 de junho de 2009

O virtual e o hipertextual



PARENTE, André. O Virtual e o Hipertextual. Rio de Janeiro: Pazulin, 1999. 112 p. (ilustr.)

Convenções:
p. - número da página
( ) - referência de citações de outros autores
/ - simples separação antes de outra citação, sem ligação de sentido, na mesma página
// - marca de parágrafo
[...] supressão de palavras ou frases para reduzir a citação sem perder o sentido
[ ] outros comentários ou definições do anotador das citações

p. 13
"Não há objeto puramente atual. Todo atual rodeia-se de uma névoa de imagens virtuais." (Gilles Deleuze)

p. 17
"Ernst Gombrich mostrou muito bem que entre a representação e a realidade externa só há ilusão".
/
"uma experiência parecida com a que teríamos se os tocássemos com mãos invisíveis."

p. 18
"Toda arte produz algum nível, uma ilusão referencial que depende da fé perceptiva do espectador, ou, o que dá no mesmo, de uma voluntária suspensão da incredulidade."
/
"Li Ssu-hsûn (652-720 d.C) pintou os paraventos do palácio do imperador com cenas representando montanhas e cascatas. Um dia, o imperador se queixa ao pintor: "as cascatas que você pintou fazem muito barulho e não me deixam dormir, por favor, faça alguma coisa"."

p. 19
"são tudo o que se queira, e muitas outras coisas. Tudo depende da disposição do analista."

p. 20
"Se a imagem em movimento é uma ilusão de movimento, como distinguir a percepção do movimento aparente da percepção do movimento real?"
/
"o movimento real não é senão um caso particular do movimento aparente?"

p. 21
"As novas tecnologias da imagem suscitam o seguinte problema: se por um lado elas nos empolgam ao pôr em crise o sistema de representação, uma vez que, com o simulacro, não se pode mais distinguir o falso do verdadeiro, a cópia do original, a realidade da ilusão, por outro lado, ela implica a redução do simulacro ao clichê (puro jogo de imagem em que o simulacro se fecha sobre si mesmo)."

p. 21 a 22
"a criação, trabalhada por uma diferença sempre já programada e calculada, tornar-se puro jogo comunicacional, interativo e lúdico; e o criador, unicamente usuário".

p. 22
"por que não afirmar que a dita era do simulacro teria início não com as novas tecnologias da imagem, mas sim com a separação entre natureza e cultura, separação esta vivida pelo homem com a introdução da linguagem?"

p. 24
"O virtual não se opõe ao real, mas sim aos ideais de verdade que são a mais pura ficção."

p. 24 a 25
"O novo significa a emergência da imaginação no mundo da razão, e conseqüentemente num mundo que se libertou dos modelos disciplinares da verdade. Tanto na filosofia como na ciência e na arte, o tempo é o operador que põe em crise a verdade e o mundo, a significação e a comunicação. A razão é muito simples: ao tempo da verdade (verdades eternas) se substitui a verdade do tempo como produção de simulacros, ou seja, do novo como processo. "Ou o tempo é invenção, ou ele não é nada", diz Bergson, para quem o passado é o elemento ontológico do tempo, e, como tal, é virtual, ou seja, ele não se confunde com nenhum atual (presente). Trata-se de um passado que nunca foi presente, como no caso da paramnésia. A paramnésia é positiva, pois ela indica que o tempo não pára, ou melhor, que ele não pára de se desdobrar, passando por passados não necessariamente verdadeiros (eu te encontrei ano passado em Marienbad) e por presentes incompossíveis (encontrou-me e não me encontrou ao mesmo tempo — tudo depende do meu desejo de me deixar seduzir)."

p. 25
"o virtual é uma imagem em espelho que forma um curto circuito com a imagem atual, sem que se possa dizer qual das duas é a verdadeira: eu já vivi este momento antes? Sim, mas em um tempo sempre por vir."
/
"Se tudo nos parece uma ficção, uma ficção de ficção, se tudo parece conspirar para uma desmaterialização do mundo, se temos dificuldades em viver a história, é porque tudo parece já ter sido programado, preestabelecido, construído, calculado de forma a nos tirar o poder de fabulação."
/
"a idéia do fim da ilusão também não é uma ilusão?"

p. 25 a 26
"A ilusão está em todo lugar: seja como ideal de verdade (das velhas ou das novas tecnologias, quando elas se afirmam como técnicas-ontoteleológicas), seja como fim da ilusão (simulacros despotencializados), seja como potência de fabulação (vontade de potência). Só nos resta escolher como nos colocarmos."

p. 26
"Para os artistas, filósofos e cientistas o que conta, em qualquer época, é a emergência da imaginação num mundo dominado pela razão, qualquer que seja ela, científica, tecnológica, social, econômica, etc. O campo científico, tecnológico, social e econômico não é apenas domínio da razão, mas também espaços de produção e de agenciamentos múltiplos, capazes de liberar as forças da imaginação e da vida."

p. 27
"o que é uma imagem finalmente? Existem pelo menos dois tipos de imagem: a imagem enquanto picture e um outro tipo de imagem que vem da Bíblia e de certas tradições exotéricas que nós não conhecemos muito bem, como a Cabala. São João, na Bíblia, diz que a imagem virá no tempo da ressurreição. Quer dizer, Jesus na cruz não é uma imagem, mas picture..."

p. 28
"Como a câmera escura para a sociedade do espetáculo, o panóptico para a sociedade disciplinar e a televisão para a sociedade pós-industrial, a realidade virtual é o dispositivo que melhor representa o papel das novas tecnologias da imagem na sociedade contemporânea. A realidade virtual é uma espécie de princípio de realidade dos novos tempos, buraco negro da nova cultura cibernética para onde estaria migrando toda a realidade social."









Elaborado por Eduardo Loureiro Jr. em novembro de 2000

http://www.patio.com.br/labirinto

quarta-feira, 3 de junho de 2009

O evento movimenta...


Memorial do documentário: “Letras Inglês FFPP, reconstruindo nossa história”.

O documentário “Letras Inglês FFPP, reconstruindo nossa história” surgiu a partir da solicitação de um trabalho da disciplina Tecnologia da informação no ensino de língua inglesa do professor Moésio. Somos alunos do 7º período de letras inglês, 2009.1, e dentre as opções: blog, Cd-Rom, videoclipe, site, escolhemos o documentário com o intuito de mostrar a importância de utilizar essa ferramenta tecnológica na educação.

O documentário é um gênero cuja origem remonta ao século XIX e à invenção do cinema. Criado como um dispositivo para o relato histórico, seu desenvolvimento insere-se no contínuo esforço humano em armazenar o conhecimento nos diferentes suportes técnicos e fazê-lo circular no meio social. Com o avanço da tecnologia digital, o documentário adequado a um novo suporte se constitui como uma modalidade do gênero que projeta a possibilidade de disponibilizar uma vasta gama de conhecimentos e, assim, contribuir para o avanço da sociedade (...)
Escolhemos como tema o curso de Letras Inglês com três objetivos iniciais: pesquisar a história da nossa licenciatura, dividir o conhecimento adquirido durante a pesquisa com todo o sétimo período e deixar um registro histórico na faculdade sobre o curso de Letras; pois apesar das variadas definições nos aspectos de gêneros e tipos, a função do documentário é reconhecida com unanimidade pelos documentaristas que, acreditam no objetivo de estabelecer um elo entre os receptores da mensagem transmitida e o realizador da obra, de forma a permitir uma empatia capaz de proporcionar uma reflexão sobre os fatos cotidianos que lhes cercam. Para Manuela Penafria(1999), o documentário tem o objetivo de voltar à atenção dos espectadores para os fatos cotidianos e estabelecer uma ligação entre os acontecimentos.

Assim, selecionamos os fatos e registros que seriam relevantes para construção do documentário e apresentamos a sala com as justificativas da escolha da mídia, a importância dela na educação e o tema em questão, tudo com embasamento teórico. Vale ressaltar, que apesar de não fazermos um documentário voltado para Língua Inglesa, destacaremos a função social e a relevância dele na educação abordando como público alvo os alunos de Letras/Inglês da FFPP (...)

O nosso documentário, é um modo de reconstruir idéias, produção de informação, e mais que tudo isso: um convite ao debate e a reflexão.

Obs: O documentário será exibido no evento de socialização das experiências com mídias, dia 09 de junho.

JOÃO BARBOSA DA SILVA NETO
JOKTÂNIA CORRÊA DE SOUSA
KAREN TAYLLA SANTOS CABRAL
LILIAN RAQUEL LACERDA
MICHELLE CRISTINE LAUDILIO DE SOUZA

UPE - Universidade de Pernambuco
Curso - Letras Inglês VII Período
Disciplina - Tecnologia da informação no ensino de língua inglesa



terça-feira, 28 de abril de 2009

Phonetics

Resenha


No texto “A educação no embate de paradigmas” a autora Brasilina Passarelli faz uma abordagem acerca dos vários modelos de educação, paradigmas educacionais, e de como esses modelos mudam conforme a necessidade de cada geração. A autora descreve a educação na era da modernidade, explicando como ocorreu a ruptura da crença na divindade e o surgimento da razão, a educação e a pós-modernidade, onde insere conceitos sobre o novo paradigma cientifico que almejava agora uma escola inteligente, e finalmente a autora descreve a educação no devir da cibercultura onde fala sobre as comunidades virtuais de aprendizagem, inteligência distribuída, revisitando práticas na sala de aula, educação a distancia no ciberespaço e do ciberespaço como espaço midiático. Ainda traz vários conceitos de palavras e expressões do mundo informatizado que ajudam o leitor a uma melhor compreensão do texto. È um texto rico e de linguagem acessível. Indicado para professores, alunos e todos que desejam estar atualizados acerca da educação e dos avanços ocorridos nesta área, desde a modernidade até hoje.
Ao longo do tempo e de acordo com as mudanças e necessidades de cada período da história uma nova concepção de educação passava a reger a vida das pessoas. Passamos por profundas mudanças desde a era da modernidade até dos dias atuais. A educação girou em torno da religião, da razão, da ciência e hoje vivemos na era da educação informatizada.
No período feudal a educação era baseada nos ensinamentos religiosos. As únicas pessoas que tinham direito a aquisição do saber eram os monges e aqueles que tinham vocação a vida religiosa. O período da modernidade surge justamente em oposição a essa restrição educacional colocando como base a razão. A palavra de ordem passa agora a ser “racionalidade” e é esta racionalidade que permite ao homem moderno uma vasta gama de novos e inimagináveis conhecimentos. Foi uma época de grande produção cientifica e como não poderia deixar de ser, a razão também influenciou consideravelmente o novo conceito de educação.
Os objetivos da nova escola agora passam a ser voltados para a mão-de-obra especializada, afinal este era o requisito necessário para se obter trabalho na indústria e no comércio. A escola passa a ser tradicional e se assemelha a linha de montagem defendida pelo fordismo. Fredric M Litto (1999, p.100), apud Passarelli (2007, p. 37) descreve claramente tal semelhança quando diz:
[...] salas de aula isoladas umas das outras e limitadas em recursos; mesas e cadeiras dispostas em filas; o professor desempenhando a função de dono e entregador principal do conhecimento; [...], quase sempre de forma linear e seqüencial.
Esta linha de pensamento, ainda que muito antiga, não condiz com o conceito de educação atual. É necessário que o professor consiga extrair de cada aluno um potencial particular, único de cada ser humano. Não há neste sistema um respeito ao tempo de aprendizado, a forma de assimilação e a facilidade que determinadas pessoas tem de construir o conhecimento mais rapidamente do que outras. Se fossemos educar semelhantemente a esta linha de montagem não teríamos metodologias diversificadas e nem posturas pedagógicas diferentes; seríamos como máquinas programadas para certa atividade que, ao final, teria de dar sempre o mesmo resultado. Não estaríamos auxiliando nossos alunos a construírem seus próprios conhecimentos e nem os ajudando a fazer bom uso deles. Estaríamos enchendo suas cabeças de informações, mas não estaríamos ajudando-os na organização e na melhor forma de utilização destas informações.
Felizmente este conceito de educação também passou dando lugar a um paradigma científico que entende o conhecimento como um processo em contínua transformação. Este novo paradigma promove significativas mudanças no campo social e educacional. No âmbito social o mundo globalizado passa a exigir do cidadão novas competências a fim de que possam ser inseridos num mercado de trabalho cada vez mais competitivo onde as aptidões e os conhecimentos farão toda a diferença. Já em relação a educação, como esta já não atendia mais de forma satisfatória as novas necessidades da sociedade pós-moderna, o que se exigia era a capacidade de julgar, interpretar e solucionar problemas; em vez daquela linha de montagem onde se buscava obter o mesmo resultado, o importante agora era saber como encontrar a informação necessária.
O que este novo paradigma propõe é uma escola inteligente, rica em recursos didáticos e usando com menos freqüência o livro texto e o quadro negro/branco, uma escola onde o professor não é o único detentor e entregador do saber, mas alguém que vai orientar o aluno propondo uma parceria na busca do conhecimento. Este novo ambiente escolar colocará a disposição do professor e do aluno uma enorme diversidade de novas tecnologias de informação e comunicação.
Neste sistema a conduta do professor é de extrema relevância, pois terá o papel de auxiliar e ajudar o aluno a organizar a informação encontrada e a usá-la da maneira mais correta. É o despontar da era da informática, do uso de recursos tecnológicos para um novo conceito de educação. Esta é a era da informação e temos que estar preparados, ou constantemente se preparando, para lidar com a imensa rotatividade destas informações que se renovam a cada dia com uma rapidez surpreendente e como utilizar os materiais tecnológicos em prol da educação é o novo desafio do professor na era da informatização.
É sabido que a acessibilidade digital é cada vez mais crescente e a busca por informações e conhecimentos por meio da informática é uma prática muito comum atualmente. O que precisamos saber é se estas informações são de fato seguras e de credibilidade, visto que um texto pode ser facilmente alterado por qualquer pessoa que assim o deseje fazer.
A era da informática implica sérias mudanças na educação. Todas as formalidades aprendidas nas escolas formais estão sendo rapidamente substituídas. Atualmente temos que aprender uma nova linguagem, uma nova gramática, temos que nos adaptar a um novo espaço físico de aprendizagem, temos que saber o significado de palavras como e-mails, link, online, cibercultura, ciberespaço, inteligência conectiva, entre tantas outras. E, quanto àqueles que não tem acesso a informática? Como promover uma educação de qualidade se nem todos tem acesso a essas novas e crescentes tecnologias?
É necessário que o governo invista mais em educação, não só na formação e valorização do professor, mas, principalmente, dando condições físicas estruturais para que as escolas possam promover a inclusão digital para todos os alunos, independentemente de raça, cor, religião e condição social. Valorizar a educação não é um compromisso só do governo, a família e a sociedade devem estar engajadas neste processo a fim de promover o crescimento não só do País, mas também do aluno que deve ser considerado a parte mais importante deste processo.

Em um tempo onde a informação reina, não basta apenas ter acesso a ela, é necessário saber, principalmente, o que fazer com ela.


BIBLIOGRAFIA

PASSARELLI, Brasilina. Interfaces Digitais na Educação: @lucin[ações] consentidas. São Paulo: Escola do futuro da USP, 2007.


ANA PAULA DOS SANTOS OLIVEIRA

UNIVERDIDADE DO ESTADO DE PERNAMBUCO – UPE
FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES – FFPP
DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
LICENCIATURA PLENA EM LETRAS – HABILITAÇÃO: INGLÊS
INFORMÁTICA EDUCATIVA – IV PERÍODO





quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Paulo Freire e Papert

Parte 01



Parte 02



Parte 03



Parte 04